Para ter sucesso na exportação para os EUA, não basta ter um bom produto; é preciso dominar a dança entre o MAPA (Brasil) e o USDA/FSIS (EUA).
O roteiro estratégico para exportar para os EUA deve atender os requisitos sanitários. Os EUA são extremamente rigorosos com a febre aftosa. Para tanto são necessários habilitação da planta (SIF), equivalência FSIS e rastreabilidade (SISBOV).
Os quesitos para exportar compreendem:
produção e o processamento;
documentação e despacho no Brasil e
desembaraço e inspeção nos EUA.
Deve-se ficar atento à Cotas de Exportação, a Cota "Others" (Tariff-Rate Quota - TRQ). O Brasil compartilha uma cota anual com outros países. Uma vez esgotada, a tarifa de importação sobe de quase zero para 26,4%.
FSSC 22000
A relação entre a norma FSSC 2200 e as exigências governamentais (FDA/USDA) nos EUA é de complementaridade, mas não de obrigatoriedade legal.
O governo dos EUA (através do USDA para carnes e do FDA para outros alimentos) não exige que uma empresa tenha certificação ISO 22000 ou FSSC 22000 para exportar.