EXPORTAÇÃO

     Nos mercados internacionais, o aspecto “qualidade” dos produtos ganha bastante importância, pois ele deve atender e satisfazer às necessidades de um público bem específico, sem oscilar fora dos padrões estabelecidos em regulamentos ou normas internacionais ou do país destino. Deve-se buscar a melhor relação entre o grau de qualidade do produto e sua vida útil. Ademais, os problemas de qualidade podem vir a ser considerados como barreira não sanitária. É recomendável que a empresa exportadora incorpore ao seu sistema de gestão requisitos de normas, como aqueles da série ISO 9000 ou 14000 (CIGNACCO, 2009), da ISO 22000, do sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC ou Hazard Analysis Critical Control Point – HACCP) do Codex Alimentarius, do protocolo de certificação de normas Global G.A.P. (Good Agricultural Practices – Boas Práticas Agrícolas) ou do Global Markets Programme (Programa de Mercados Globais), quando se trata especificamente de alimentos.

   Seguindo o mesmo caminho da carne brasileira, as frutas ou a produção orgânica, de uma forma geral, estão passando por um grande movimento de certificações, já que as normas convergem não só para padrões de qualidade específicos dos produtos, mas também para padrões de preservação e manutenção do meio ambiente, de segurança e saúde no trabalho, de responsabilidade  social, entre outros.


EXPORTAÇÃO PARA OS EUA 

EXPORTAÇÃO PARA A UE

EXPORTAÇÃO PARA A CHINA